Nestes tempos de comunicação via internet é comum usarmos, em emails ou conversas virtuais, aqueles símbolos gráficos que expressam conteúdo emocional: os emoticons.
Espécie de hieróglifo da era cibernética, o emoticon, ao contrário do que se pode imaginar, não é uma invenção recente. Há registros do uso do número 73 como símbolo de “amor e beijos”, em código Morse, por volta de 1857!
De lá pra cá, passado um século e meio, a tecnologia pode ter evoluído muito, mas o repertório afetivo humano continua basicamente o mesmo. No vídeo abaixo, Rives, um contador de histórias e escritor, mostra como é possível narrar uma história encantadora usando emoticons, humor e sensibilidade.
O vídeo de Rives foi apresentado na TED. Nunca ouvir falar?
Segundo a definição do próprio site, a sigla TED se refere a Technology, Entertainment e Design. Tudo começou em 1984 como uma conferência que reunia pessoas desses 3 mundos. Desde então seu espectro de abrangência aumentou bastante, incluindo temas como arte, ciência e negócios.
O evento acontece todo ano em Long Island, reunindo grandes pensadores e realizadores que são desafiados a fazer uma apresentação com 18 minutos de duração, no máximo.
O site, por sua vez, disponibiliza as melhores palestras para o público, gratuitamente. Vale a pena xeretar lá e ouvir o que os experts tem a dizer sobre temas tão variados. Mas é preciso entender bem inglês.
Para provar, mais uma vez, que o preto tem tudo a ver com o verão, assista a um trecho do desfile de beachwear de Adriana Degreas que rolou ontem no Rio Summer.
Maiôs com decotes vertiginosos, saídas-de-praia transparentes e vestidos curtos ultrasofisticados celebraram o estilo da socialite Carmen Mayrink Veiga, musa inspiradora da coleção.
A cobertura é de Alexandra Farah, do FilmeFashion.
E não se esqueça: o prazo para participar da promoção Fashion in Black, da Rexona em parceria com o Moda Sem Frescura, termina à meia-noite deste domingo, dia 9 de novembro.
Para concorrer a um iPod Touch de 8GB, tudo o que você precisa é usar a imaginação e completar a frase: “Eu uso preto no verão quando…”.
As frases devem ser postadas na seção de comentários deste outro post AQUI.
O site Dream The End, do D/T/E estúdio de design e direção de arte baseado em Nova Iorque, coloca em destaque, este mês, o trabalho de dois fotógrafos brasileiros: Marcio Simnche Marcelo Gomes.
acima, foto: Marcio Simnch
acima, foto: Marcelo Gomes
Vale a pena conferir a lista completa de artistas, que inclui Cristiano Madureira e Zee Nunes, também brasileiros, entre outros profissionais talentosos de várias partes do mundo.
Fiquei muito honrada em ser convidada, pela psicanalista Andrea Naccache, para participar do seminário Pensar Design que começou ontem e segue até sexta-feira, dia 7, no MUBE.
Saiba qual a proposta deste encontro, segundo seus idealizadores, Andréa Naccache e Alexander Lipszyc:
“O trabalho do designer guarda uma questão: o que queremos no mundo no futuro? O convívio, o afeto, o trabalho, valores públicos e mesmo resultados amplos de saúde e economia estão apoiados em design.”“É pelo design que criamos segurança ou ansiedade, contato ou isolamento, produtividade ou estagnação, sustentabilidade ou destruição ambiental, beleza e conforto ou descompasso. Na conversa que se propaga por toda a cidade, nos colocamos a pensar os projetos e, de importância suprema, suas conseqüências.”
A iniciativa faz parte do evento Viver Design em São Paulo que engloba 5 núcleos de trabalho, visando abranger todas as expressões do design:
HABITARdesign – a arquitetura além dos estilos arquitetônicos
USARdesign – o objeto criado, pensado e testado sempre em interação com o cidadão
COMUNICARdesign – o design gráfico como forma de comunicação
VESTIRdesign – a memória, o novo e o acesso ilimitado do público ao conhecimento desta área, a moda
PENSARdesign – a importância do design no cotidiano
Como denominador comum a todas as áreas, a sustentabilidade, assunto incontornável num mundo em que os recursos se tornam cada vez mais escassos.
Para coordenar tantas atividades, o evento conta com um time de profissionais de primeira linha. Além de Andréa Naccache e Alexander Lipszyc, já citados, figuram Jum Nakao, Paula Limena, Christian Ullmann, Ernesto Harsi, Patricia Anastassiadis, Regina Monteiro, Roberto Lot Cocenza, Ronald Kapaz, Sandra Sinicco, Sheila Crisitane P. G. Brabo e Sonia Valentim de Carvalho.
O blog da Wired, revista especializada em tecnologia e internet, publicou ontem uma nota sobre o lançamento de uma lingerie equipada com GPS, criada pela estilista brasileira Lucia Loria.
A peça em questão –de acordo com o jornal americano Daily Mail, citado na matéria da Wired– gerou reações negativas entre feministas que a consideraram um “cinto-de castidade” dos tempos modernos.
A designer diz que a proposta não é esta, que o intuito do localizador é dar segurança para as mulheres que vivem em cidades violentas e perigosas.
A idéia de incluir um aparelho de GPS ao vestuário feminino não é nova. Em outubro de 2006, publiquei aqui no blog uma post sobre o lançamento de sandálias turbinadas com vídeo e GPS, criadas pela Afrodite Project. A diferença é que o calçado foi concebido como parte de um projeto artístico e social que visava proteger as prostitutas.
Sinceramente, não vejo motivo algum para a fúria das feministas. Tampouco vejo muita utilidade numa lingerie dotada de rastreador. A não ser que a idéia seja brincar de esconde-esconde com o namorado… aí quem sabe…
Nos desfiles de primavera-verão 2008/2009, uma das tendências anunciadas foi a volta do preto. Eu acho que o preto nunca foi realmente embora do guarda-roupa das pessoas, mas o mundo da moda é assim mesmo: se num momento as cores vibrantes são a glorificadas, na estação seguinte se fala na volta dos tons sóbrios.
Eu sempre usei e continuo usando muito preto, inclusive no verão. Nunca me curvei à teoria de que devemos evitar vestir peças desta cor em dias quentes. “O preto absorve mais a energia do sol”, dizem uns. Usar preto é a maneira mais fácil de ficar chique sem esforço, retruco eu. Se até os tuaregs do deserto do Saara se enrolam em vestes escuras, porque não nós, abaixo da linha do Equador?
(Aliás, a explicação para este costume dos tuaregs é que apesar das roupas pretas absorverem mais calor do que as claras, as túnicas usadas por eles, por serem largas, dissipam o calor com maior rapidez. Por isso, se você precisava de um álibi para usar aquele vestidinho amplo num dia de sol escaldante, aí está!)
Veja abaixo, quais as formas, materiais e estilos que marcaram presença nos defiles internacionais do hemisfério norte –entre setembro e outubro deste ano– e vão influenciar a moda brasileira nos próximos meses.
Trajes sumários: os vestidos economizam no comprimento e esbanjam decotes e drapeados
Stella McCartney
Ann Demeulemeester
Visão de Raio-X: as transparências dão uma sensação de leveza e são sensuais
Christian Dior
Fendi
Filho único: o macacão aparece em versão chique e despojada
Dries Van Noten
Collette Dinnigan
Elevador expresso: à medida que a cintura sobe, o glamour acompanha
Zac Posen
Karl Lagerfeld
Janela indiscreta: recortes, talhos e franjas sinalizam sensualidade e força
Jil Sander
Stella McCartney
Givenchy
Ponta firme: a saia-lápis se alia ao bustiê nestes looks abusados
Chanel
Prada
Doce bailarina : as saias abrem a roda mas permanecem curtas
Balmain
Zac Posen
Curto circuito: os shorts urbanos continuam a circular por aí
Dries Van Noten
Lanvin
Amazonas poderosas: cinturas esculpidas por corseletes reverenciam os anos 80
Christian Dior
Karl Lagerfeld
Fotos: Alessandro Lucioni e Matteo Volta / Style.com
Depois de tantos looks interessantes, até quem gosta de cores fortes deve estar considerando a possibilidade de vestir um pretinho neste verão, né. Quer mais um bom motivo para acreditar que preto é sinônimo de verão?
A Rexona e o Moda Sem Frescura vão premiar uma leitora com um objeto de desejo (preto, claro!) que alia estilo e tecnologia: um iPod Touch de 8GB! É a promoção Fashion in Black!
Para concorrer basta completar a frase: “Eu escolho preto no verão quando……”
As respostas devem ser postadas na seção de comentários deste post, no período entre 03 e 09 de novembro. A melhor frase será selecionada por uma equipe da Rexona e o resultado será publicado aqui no blog, dia 10 de novembro. Para ler o regulamento completo da promoção, clique AQUI.
(Este não é um comercial da Polishop, mas espere! Ainda há mais!)
Nas próximas semanas você pode concorrer a outros prêmios, é só ficar de olho no widget da Rexona, aí na barra lateral do blog. Depois do Moda Sem Frescura, o concurso continua nos blogs SP00 e Camila Yahn!
No domingo à tarde, em pleno feriado de finados, um bando de zumbis se reuniu no vão livre do MASP, num evento chamado Zombie Walk.
Segundo o texto do site que divulga a ação, trata-se de um “evento internacional organizado por fãs de filmes de terror que ocorre há anos em diversas cidades do mundo, e consiste em uma multidão de pessoas fantasiadas de zumbi andando pela cidade por uma rota pré-definida”.
Em São Paulo, esta foi a terceira edição da caminhada dos mortos-vivos, que apesar de aparentarem um avançado estado de putrefação são organizadíssimos, têm até uma comunidade no Orkut com mais de dois mil membros.
Eu confesso que não sou nem um pouco chegada a filmes de terror, de qualquer tipo. Mas fiquei curiosa em saber qual seria a última moda do além-túmulo e fui lá conferir.
Abaixo, você confere como foi a caminhada dos seres macabros em 2007.
E para sepultar o assunto de vez (desculpem o trocadilho, não resisti), invoco a deusa negra Grace Jones. Depois de mais de uma década de silêncio e ostracismo, a artista acaba de renascer das cinzas com um ótimo disco, intitulado Hurricane. Aqui, você vê o vídeo, meio assustador, de Corporate Cannibal. Se liga na letra da música!
Na revista Pop de setembro tem uma entrevista bem legal com a diva disco. Lá, ela fala sobre os tempos difíceis, nos anos 90, quando se recusou a entrar no esquema de criação pré-fabricada, imposto pelas grandes gravadoras. Diz que Nova York se transformou numa cidade sem alma, chora pela morte do pai, conta como conheceu o fotógrafo Jean-Paul Goude –com quem teve casou e teve um filho– e muito mais…